vêm aí

sinto de perto o vosso bafo,o vento e a chuva,

trazem-me ás mãos

os vossos uívos e o aproximar que escuto,

pelo chapinhar das patas, logo hoje

que está um frio de rachar, caramba!

o teu bafo transformar-se-á em água,

fria, que morre no chão.

A tua matilha está á porta, e agora

quem me levará á rua?midas

boas festas

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no ponto

_JPC5130_editNO Ponto

No ponto onde o silêncio e a solidão/Se cruzam com a noite e o frio,/Esperei como quem espera em vão,/Tão nítido e preciso era o vazio

Sophia de Mello Breyner Andersen, Obra poética I

estacionamento

estacionamento no tempo, em busca de memórias, sem trilhos visíveis © j paulo coutinho

estacionamento no tempo, campo de memórias, sem trilhos visíveis de quem as use ou delas cuide
© j paulo coutinho

a mulher á janela

_JPC4594_edit_editnão é cara laroca, nem postal para turista, neste desacerto a pedir utopias, bem lá no fundo tem uma janela para aceder ao telhado e estender a roupa, o que não é coisa pouca num mosaico, como os dias, se parecem momentos antes de ruir em ruídos de campanhas eleitorais.

© j paulo coutinho

cartão de memória:cruise terminal?

guardamos as emoções nos cartões de memória? e se a formatármos?

Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões – Cruise Terminal

© j paulo coutinho

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o mundo não pode dormir

"Há hoje no mundo pouca gente que durma; as noites são mais longas, mais longos os dias." Stefan Zweig © j paulo coutinho

“Há hoje no mundo pouca gente que durma; as noites são mais longas, mais longos os dias.” Stefan Zweig
© j paulo coutinho

o ponto e o enigma

o ponto,interrogação, espanto, a vida está cheia de enigmas   © j paulo coutinho

o ponto, interrogação, espanto, a vida está cheia de enigmas
© j paulo coutinho

o vaso

nem se espera, ninguém passa, nem o vaso sobe as escadas.

nem se espera, ninguém passa, nem o vaso sobe as escadas. @ j paulo coutinho

dúvidas

 © j paulo coutinho

© j paulo coutinho

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